A saúde é um dos pilares do desenvolvimento pleno na primeira infância. Durante os primeiros seis anos de vida, o corpo e o cérebro se formam em ritmo acelerado, e o acesso à saúde desde a gestação, ao parto seguro, às consultas com o pediatra e às vacinas impacta diretamente o desenvolvimento de bebês e crianças.
O Brasil investiu, nas últimas décadas, em ampliar o acesso a serviços e programas de saúde para gestantes e crianças. Os avanços são inúmeros, mas os dados também mostram onde ainda é preciso caminhar: a maior parte das mortes de bebês poderia ser evitada, o baixo peso ao nascer tem crescido e uma parcela das crianças ainda não recebe todas as vacinas do calendário nacional.
Melhorar esses indicadores exige fortalecer a saúde pública e também um olhar intersetorial para as políticas públicas. Renda, alimentação, moradia e proteção social influenciam diretamente a saúde materno-infantil, o que demanda ação integrada e atenta às desigualdades regionais e raciais que atingem sobretudo as mulheres negras, indígenas e as famílias das regiões mais pobres do país.
Para compreender o cenário da saúde materno-infantil no Brasil, podemos observar três indicadores:
Região Centro-Oeste
Distrito Federal
Goiás
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Região Nordeste
Alagoas
Bahia
Ceará
Maranhão
Paraíba
Pernambuco
Piauí
Rio Grande do Norte
Sergipe
Região Norte
Acre
Amapá
Amazonas
Pará
Rondônia
Roraima
Tocantins
Região Sudeste
Espírito Santo
Minas Gerais
Rio de Janeiro
São Paulo
Região Sul
Paraná
Rio Grande do Sul
Santa Catarina